O Plano Nacional das Artes disponibiliza uma página de recursos educativos. São conteúdos transdisciplinares e têm a Arte, a Cultura e o Património como ingredientes privilegiados e aglutinadores de várias áreas do conhecimento!

Bom Português

    A língua pode ser traiçoeira, mas só se deixarmos.

    O programa Bom Português ajuda a escrever e a falar bem o idioma nacional.

   Esta hiperligação junta alguns dos episódios do programa Bom Português, uma rubrica do Bom Dia Portugal, que ajuda a escrever sem erros, respeitando já o novo acordo ortográfico.

18/04/2020

Em Casa A Ver O Mar

Faz uma pausa.

Senta-te numa cadeira ou num sofá.

Acalma os teus pensamentos e a tua ansiedade.

Se quiseres, fecha os olhos e aprecia o silêncio.

Se preferires, concentra-te na imagem dos corais que vais ver no vídeo que se segue.

Aciona o vídeo. Relaxa. Deixa-te envolver pela música do oceano. Boa viagem.

Gostaste da viagem?

Como te sentes?

Aproveita este momento de inspiração e dá liberdade à tua criatividade.

Pega numa folha, nas aguarelas, no material reciclado, na caneta... naquilo que estiver ao teu alcance e ao alcance da tua imaginação.

Cria uma obra de arte onde expresses o que te vai na alma.

Partilha o resultado connosco. Envia para pna@aecastrodaire.com

Cortesia do Oceanário de Lisboa, que nos dá a oportunidade de estarmos confortavelmente em casa a ver o mar.

https://www.youtube.com/watch?v=apuBZRcUKBg&t=21s&fbclid=IwAR3sa2gS0voEWGNafpB7lSuFP0cmVj1HJQn3YDhox4dNzwhHKOpzwQTPHvE

25 Museus virtuais para visitar a partir do sofá

     Em virtude da excecionalidade da situação que estamos a viver, ficar em casa é a melhor opção.

     Assim sendo, propomos-te que uses as novas tecnologias ao teu dispor para fazeres uma visita guiada a estes 25 museus virtuais espalhados por Portugal e pelo mundo.

      Boa viagem!

28/04/2020

Uma Aventura a escrever

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Escrever é um ato de amor!

Também é um dos melhores exercícios para organizar o pensamento, para estimular o cérebro e para desenvolver a criatividade.

 

Agora, nesta fase pandémica de contenção, em que temos a responsabilidade de nos confinarmos em casa, podemos dedicar mais tempo à escrita para ocupar o nosso tempo. Em qualquer habitação do território de Castro Daire, basta pensar um pouco sobre a riqueza cultural do nosso património ou abrir a janela e observar a paisagem à nossa volta, que se encontram logo várias fontes de inspiração para começarmos a usar a caneta e colocarmos as palavras em ação.

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Escrever é um antídoto contra o stress (quando estás focado, a tua mente não divaga por lugares povoados de preocupações); a escrita criativa pode ser terapêutica, uma vez que, ao exprimires as tuas emoções e pensamentos, estás  a libertar as tuas "sombras"; escrever torna-te mais produtivo, melhora as tuas competências de comunicação e compreensão ou interpretação de textos; também exercitas o músculo criativo quando estás a escrever- sem criatividade, não existe arte, inovação, empreendedorismo ou soluções para os mais variados desafios.
 

Estás preparado? Vamos lá!

Vamos propor-te 10 exercícios!

 

Um desafio para cada semana.

Até podes criar novos exercícios ou variantes daqueles que te propomos.

Fica atento às nossas propostas.

Envia-nos os teus trabalhos para o seguinte endereço de email:

pna@aecastrodaire.com

 

Nos documentos que nos enviares, deve constar o assunto (Desafio de Escrita Criativa PNA) e a tua identificação. Se fores estudante, coloca, também, o nome da escola, turma e ano.

 

Corres o risco de ser um talento em revelação ou um potencial escritor! Até podes, simplesmente, contribuir para animar o estado de espírito de alguém que fique encantado com as tuas palavras. Podes até escrever sem nenhum motivo aparente. O que interessa é que participes e coloques a tua criatividade em ação!

Esperamos por novidades tuas deste lado!

Fonte: https://www.laboratoriodeescrita.com/blogue/10-exercicios-de-escrita-criativa?fbclid=IwAR1W0J34VIQkJeuYERdfxTtfmpeMFF5C07-40Vxnm0_IQ97jvdOSi7kQMCM

1º exercício Escrita Criativa

À volta do mundo

Já pensaste em viajar sem sair da cadeira?

O Laboratório de Escrita sugere que entres na página earthroulette.com    e faças girar a roleta.

Nós, aqui em casa, sugerimos que penses numa localidade do concelho de Castro Daire.

 

Seja qual for a tua opção, veste a pele de um turista e regista as tuas impressões e aventuras mais estranhas.

Marca dez minutos no temporizador e sê criativo.

28/04/2020

O génio matemático de Beethoven

Como sabes, Beethoven, um dos compositores mais consagrados da música clássica, era surdo.

Como era então possível que conseguisse compor músicas tão geniais e complexas sem a faculdade da audição?

A resposta está nos sinais ocultos por trás dos maravilhosos sons.

Que sinais eram esses? Há uma relação matemática entre a frequência das diferentes notas que formam uma série geométrica.

Beethoven juntava os elementos não quantificáveis da emoção e da criatividade com a certeza da matemática.

 

Contudo, por mais que investiguemos os sinais matemáticos subjacentes às peças musicais, falta ainda descobrir por que motivo certas sequências destes sinais atingem de modo diferente o coração de quem as ouve.

O verdadeiro génio de Beethoven reside não apenas na capacidade de ver os sinais sem ouvir a música, mas em sentir o seu efeito.

"O músico sente a matemática. O matemático pensa a música".

30/04/2020

2º exercício Escrita Criativa

Poesia escondida

A poesia está em todo o lado.

Não acreditas?

Olha à tua volta.

Procura o primeira palavra que aparece no espaço da tua casa.

Agora, abre a gaveta do primeiro armário que encontrares e regista a primeira palavra que aí vires.

Abre, depois, um livro ou uma revista à tua escolha e presta atenção à primeira palavra que encontrares.

 

Agora reúne essas três palavras e utiliza-as para construíres um poema.

Se preferires, faz um exercício de Blackout Poetry.  Inspira-te aqui:

02/05/2020

A Arte pode ser um Protesto?

Todos nós temos alguma questão com a qual não concordamos e gostaríamos de nos manifestar. Por que não fazê-lo através da Arte?

Esta semana, o PNA desafia-te a a fazeres um protesto, uma contestação criativa feita por ti. Pode ser uma mensagem, uma colagem, uma modelagem, algo original, feito por ti, à semelhança do que fazem as Guerrila Girls.

Publica o teu trabalho no Facebook ou Instagram, colocando #DesafioPNA. Para saberes mais, vê: https://www.pna.gov.pt/desafiopna/

07/05/2020

A Matemática por trás das obras de Arte

Já imaginaste a Arte e a Matemática de mãos dadas?

Por exemplo, é difícil compreender a turbulência matematicamente, mas é possível representar o seu aspeto através da Arte.

Andrey Komolgorov, um matemático russo, aprofundou a nossa compreensão matemática sobre a turbulência quando propôs que a energia, num fluido turbulento, a um comprimento de R varia na proporção de R elevado à potência de 5/3. Medidas experimentais mostram que Komolgorov estava muito perto da forma como funciona o fluxo turbulento, embora  a descrição completa da turbulência continue a ser um dos problemas sem solução da Física.

Em 2004, usando o Telescópio espacial Hubble, uns cientistas viram os turbilhões de uma nuvem distante de poeira e gás à volta de uma estrela, que lhes fez lembrar a "Noite Estrelada" de Van Gogh. Isto levou alguns matemáticos a estudar a luminância de Van Gogh ao pormenor. Descobriram que há um padrão distinto de estruturas de fluidos turbulentos, próximos da equação de Komolgorov. 

Vê o vídeo para saberes mais.

08/05/2020

3º exercício Escrita Criativa

O mundo mudou

 

 

Um dia, um vírus potencialmente letal  invade o mundo e tu poderás ser uma das suas vítimas. 

Como seria a vida sob esta ameaça? Soa familiar?

A tua visão é única. Partilha-a num papel.

14/05/2020

O Desenho - amigo do Pensamento

Para te ajudarmos a descobrir o mundo do Desenho, convidamos-te a ver este video.

Podes alterar o idioma das legendas no vídeo para Português

16/05/2020

4º exercício Escrita Criativa

Uma carta para o futuro

 

 

Escreve uma carta para a pessoa que serás no futuro. Define 10 minutos no temporizador e deixa fluir as palavras, sem parares para pensar e sem te preocupares com pontuações.

20/05/2020

A Beleza absoluta existe?

Manon Bril e Léo Grisset, dois jovens comunicadores, partiram à descoberta da resposta para esta questão, numa visita ao Museu do Louvre.

Começaram por tentar encontrar a fórmula para representar a pessoa mais bela do mundo, mas rapidamente concluíram que a questão é muito relativa.

Em Biologia, tendemos a considerar muitas características do corpo como perfeitas ou ideais, sendo a Beleza uma delas.

No mundo orgânico, o processo da seleção natural mostra que algumas populações com características mais vantajosas do que outras vão sobreviver mais ou ter mais filhos. À medida que vão transmitindo as suas características à sua descendência, as populações vão mudando de geração em geração e estes mecanismos permitem otimizar a capacidade de adaptação. O sexo exerce aqui um papel importante, uma vez que os organismos sobrevivem e reproduzem-se, transmitindo os seus genes às gerações seguintes. Sendo assim, e atendendo à finitude da existência, é importante agradar à parelha sexual para garantir a cadeia de sobrevivência. É aqui que entra a Beleza.

Apesar de tudo, somos animais; tal como os outros organismos, somos o fruto de milhões e milhões de anos de evolução, que define tudo o que somos. A sensação agradável que sentimos quando nos deparamos com uma pessoa bela, é, em parte, o resultado desta vasta evolução.

Sendo assim, podemos dizer que a Beleza pode ter um caráter biológico como qualquer outro, que se otimiza durante o processo de evolução para maximizar a quantidade de bébés concebidos.

Costumamos dizer que a Beleza está nos olhos de quem a vê.

Curiosamente, a questão do ótimo/ perfeito ou ideal também se encontra na Arte. 

Para conseguir representar uma pessoa perfeita, os artistas procuraram encontrar regras, coisas para reproduzir. Para isso, era necessário compreender a Beleza, analisando-a. Assim, trataram de medir a Beleza e calcular  as proporções ótimas ou ideais do corpo perfeito, aquilo a que chamamos Cânone de Beleza. 

Quando falamos em cânones de beleza, pensamos imediatamente nos gregos. Para eles, o cânone de beleza não servia apenas para representar uma pessoa super bela, pelo que não estava necessariamente relacionado com a reprodução ou com os exemplos biológicos. O cânone de beleza também tinha a ver com questões metafísicas. 

Algumas correntes filosóficas, inspiradas nas teorias de Pitágoras, consideravam que o Cosmos e toda a Natureza que nos rodeia eram governados pela Matemática, e que essa Natureza, à luz de uma aparente desordem, tinha, na realidade, uma ordem muito precisa que era necessário decifrar. Então, investigavam para tentar descobrir o que poderiam ser as proporções universais perfeitas do corpo humano. Para eles, a Beleza era matemática.

O primeiro cânone conhecido é o de Policleto, que, segundo o seu decreto perdido, significa "a regra". Entre as regras que fixou, decretou que a cabeça tinha que caber sete vezes no corpo. De certa forma, não se distanciava muito da Biologia, pois esta ciência também define as características perfeitas/ ideais do corpo humano, que, tal como o cânone, são características universais que não se podem transgredir, de forma a ser possível ter filhos.

Analisando estes conceitos, verificamos que a Beleza está, em parte, associada à qualidade dos nosso genes. O comportamento humano pode definir-se pela biologia e alguns genes, pois os potenciais pares sexuais procurarão o atributo genético, com um interesse especial em não inverter os seus recursos relacionando-se com um par de qualidade genética medíocre.

A maior evolução dos cânones de beleza deu-se com os gregos. Posteriormente, a dimensão transcendental teve bastante importância. Durante a Idade Média, acreditava-se que o corpo do Homem era feito à imagem de Deus. Por outro lado, a Beleza era pouco ensinada ou representada, já que beleza era sinónimo de tentação. Na Arte, os corpos eram representados com imagens magras e fracas, já que a privação estava associada ao espiritual, que remetia ao viver como Cristo. Portanto, as imagens dos corpos não refletiam a realidade. Até meados do século XII, víamos os corpos muito alongados. Os critérios de beleza eram bastante diferentes dos nossos.

No Renascimento, o modelo de inspiração essencial passou a ser a Antiguidade. Foi um regresso aos modelos e cânones antigos para criar cânones próprios. A dimensão transcendental continuou a estar presente. Se antes os gregos queriam encontrar a mensagem oculta no Cosmos, agora procurava-se  a mensagem oculta na criação de Deus. Para além disso, acreditava-se numa beleza única, considerada a Verdade. A Beleza não era um conceito associado à subjetividade tal como é hoje. Naquela altura, celebrava-se muito o corpo da mulher: ela deveria ser bela, jovem e saudável para a fertilidade. 

Com o passar do tempo, apercebemo-nos que esta ideia de beleza universal não funcionava e começamos a procurar outros objetivos. Abandonou-se a busca do divino na representação da beleza e passou-se a representar as coisas como elas realmente eram, como são os exemplos das correntes artísticas do Realismo e do Naturalismo, no século XIX. 

Na Arte, a beleza é subjetiva, mas na Biologia também é relativa. Se por um lado é fácil dizer que as grandes diferenças na organização do corpo podem revelar facilmente os genes, não é seguro dizer que as variações do que é considerado regular sejam reveladoras da atividade genética. Por exemplo, os genes só são responsáveis por 3% da variação na simetria facial. Por outras palavras, o que decide se temos uma cara idêntica em ambos os lados não são tanto os genes, mas as toxinas que tivemos enquanto éramos um feto, as infeções, os acidentes que vivemos, etc.

A Beleza é, claramente, o resultado de uma complexa gama de fatores. Por exemplo, não é muito provável que a seleção sexual se dê à base da beleza física, há a contribuição de uma série de outros fatores, como as atitudes e comportamentos do indivíduo, acrescentando o aspeto cultural. Os critérios de beleza mudam consoante os tempos e as culturas.

O peso, as formas do corpo, a idade, o aspeto da cara têm um papel importante.

Os biólogos medem o nível da atração pela proporção entre a cintura e as ancas, a par da saúde e outras características. Na Europa, as mulheres com um índice de 0.7 consideram-se atraentes, têm um ótimo nível de estrogéneo e têm uma menor probabilidade de sofrer de diabetes ou cancro do ovário. Existem vários estudos que demonstram que as proporções preferidas variam em diferentes culturas. Por exemplo, os chineses preferem proporções menores que os europeus. Já nos Camarões, prefere-se proporções maiores. A preferência da proporção parece ter mudado bastante com o tempo, até durante todo o século XX. 

Não existe, portanto, um fator estético universal que explique a qualidade dos genes, mas existe um "efeito cheerleader", um viés cognitivo que ganhou o nome num episódio da série How I met your Mother, que consiste em considerar as pessoas mais bonitas quando estão em grupo do que quando estão sozinhas. A mecânica subjacente a este efeito vem da capacidade do nosso cérebro calcular a média frequentemente, como a média das caras num determinado grupo.

Sabemos, assim, que os genes não são a resposta para o conceito de Beleza, pois ele varia de acordo com o tempo, com a cultura e depende do comportamento e de centenas de pequenos fatores. No entanto, sabemos que podemos ser mais bonitos coletivamente do que cada um por si. 

Recursos educativos PNA - Secundário - https://www.pna.gov.pt/ensino-secundario/

27/05/2020

No início era a Palavra

"No início era a palavra" é uma obra de Marta de Menezes composta por uma pequena seara de trigo semeada num livro. 

A partir desta obra, podemos levantar uma questão, sobre a qual deves refletir: -Que palavras compõem a minha História?

Para dares início à tua resposta, prepara algumas sementes de trigo, água, um tabuleiro e um livro importante para ti, com o qual te identifiques.

Vê o vídeo que se segue e continua a tua experiência.

03/06/2020

Como tornar objetos da natureza

em obras de arte

Alguma vez imaginaste a possibilidade de transformar plantas em insetos?

Raku Inoue, um designer multimedia japonês, mostra-te como podes transformar objetos da natureza em figuras artísticas de uma forma bastante simples.

Tudo se baseia em escolher bem os objetos que há na natureza, com cores e formas interessantes, ao mesmo tempo que dás uma limpeza ao jardim, dando utilidade aos desperdícios.

A primavera e o verão são épocas privilegiadas para te dedicares a esta arte, uma vez que a oferta de cores e plantas é muito mais alargada. No entanto, o outono e o inverno também te permitem encontrar objetos de grande beleza, se estiveres atento.

Depois de recolheres os materiais, só tens que dar asas à tua imaginação, deixando que a tua liberdade criativa te leve ao encontro de incontáveis possibilidades de criação.

Começa por escolher o inseto que vais construir. Repara com atenção nas formas dos objetos que recolheste e seleciona aqueles considerares mais úteis e funcionais para dares corpo à tua escultura. Após teres o inseto idealizado e os materiais selecionados, começa a preencher as formas.

Um dos fatores mais interessantes deste desafio é que não podes controlar os materiais que vais adquirir, pois estás dependente daquilo que a natureza te oferece. É exatamente aí que vais descobrir o teu sentido de oportunidade! O resultado vai surpreender-te!

Desafiamos-te a construir espécies de insetos que fazem parte da fauna do território de Castro Daire! Envia a forografia dos teus trabalhos para o mail pna@aecastrodaire.com

Vê o tutorial no vídeo e faz tu mesmo!

Land Art

Certamente, já reparaste na beleza e na grandiosidade da natureza, na variedade de imagens, sons, texturas, odores e sabores que ela nos oferece, ainda que sofra várias transformações pela mão do Homem. 

Por que motivo alguém sente o desejo, a arrogância de colocar arte na natureza? Que tipo de arte pode prosperar na presença de um ator tão formidável como a Terra?

Há um estilo de arte que o faz: Land Art (Arte da Paisagem).

Por  norma, pensamos em Arte como pertença a espaços fechados, tais como museus, galerias, as nossas casas... até vemos alguma arte de rua em alguns sítios, mas mesmo quando as obras de arte estão ao ar livre, encontramo-las fixadas, aparafusadas ou emolduradas numa laje, decorando o exterior de algum edifício importante...

Essas obras de arte fazem-nos olha-las de forma diferente, são enquadradas, autênticas, raras, especiais, ajudando-nos a distingui-las dos outros objetos "menores".

No final dos anos 60, um grupo  crescente de artistas começou a questionar esta separação e enquadramento da arte. Então, começaram a abandonar as cidades e passaram a criar arte pelo mundo fora. Às vezes, o que faziam era colocar novos materiais nesse mundo natural. Por exemplo, as deslocações do espelho temporário de Robert Smithson´s. Ás vezes a obra consistia em retirar material da natureza, como é o exemplo das grandes excisões de Michael Heizer´s, no Nevada. Alguns projetos eram monumentais e duradouros,  outras vezes eram leves e efémeros.

As pessoas começaram a chamar estas obras de Earth Art (Arte da Terra), Earthworks (Obras da Terra), Environmental Works (Obras ambientais) ou Land Art (Arte na Terra)- todos eles eram termos para uma variedade de atividades que não eram um movimento organizado, mas eram certamente uma tendência de referência. Vamos chamar-lhe Land Art e defini-la como arte feita dentro ou sobre uma paisagem ou envolvendo uma paisagem, ou arte feita com materiais retirados da paisagem.

04/06/2020

Da Terra ao Céu

Através de um projeto de oficinas criativas de dança/ movimento, dinamizadas pela associação Pé de Xumbo, em São Teotónio, podes observar a beleza do diálogo intercultural e da mistura de culturas, num trabalho artístico de música e dança, que nos mostra a verdadeira riqueza da diversidade e da inclusão.

Trinta e seis variações com três matérias rurais

Exposição visual e sonora composta por trinta e seis fotografias e outras tantas peças sonoras, resultantes do conjunto de ateliês realizados durante a Semana das Matérias Rurais, em março de 2020, com os alunos do Agrupamento de Escolas de Castro Daire, no âmbito do Projeto Cultural de Escola - Plano Nacional das Artes, representando o património e a ruralidade castrense.

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